─ DESCRIÇÃO, pagãos

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─ DESCRIÇÃO, pagãos

Mensagem por Malachai em Ter Jan 19, 2016 5:25 pm

filhos da natureza
into the badlands, guys
No maior momento de desolação da nação, há sempre quem recorra ao desconhecido. A necessidade de sobrevivência sempre prevalecerá ao temor daquilo que não lhe era aceitável em demasia. Aqueles que deveriam ser julgados como traidores da própria espécie, são sua salvação. A possibilidade de crer em algo maior que a força dos homens, para alguns, era concebida como uma abominação somente. Pobres de conhecimento, poderiam ser chamados aqueles que não se permitiam conhecer o incomum. Sábios eram, os que encontravam-se ao seu lado; seus irmãos. Como pode haver tamanha discrepância entre a visão de seres igualmente formados? Os únicos que dividiam a terra abaixo de seus solados, formas sem distinção e mesmo assim, desiguais. Há quem diga que o conto inicia-se desde o momento da evolução.

o passado nas mãos do ancião
─ A vida crescia impiedosamente neste planeta. A evolução das espécies ocorria a cada passar do tempo. A maravilha da criação se manisfestava. ─ Dizia o homem. Seus olhos pareciam brilhar como se imaginasse todos os acontecimentos à sua frente; um espectador das obras feitas. ─ Não havia nenhum dos seres que crescessem e não fossem amados pelos seus criadores. Cada toque deles, eram uma nova vida. A nossa vida por sua vez, fora uma obra do símbolo que nos torna puro perante aos desejos mundanos. ─ Continuou. O ancião narrava o passado marcado pelo que viria a ser a origem dos nossos antepassados. ─ Aesys é a causa da nossa existência. A sua necessidade por mais diálogos que envolvessem experiências que jamais puderia viver, crescia incessantemente dentro de si. Ao fim, insatisfeita e em busca de sanar essa necessidade, ela tocou a terra. A sua energia depositou-se ali. Células e mais células se uniam em busca de desenvolver seu desejo. Ordenadas numa codificação que os tornaria diferente, os transformaria em seres pensantes e com capacidades inimagináveis. ─ Completava sem dar muitos detalhes de um passado que deveria desconhecer.

"Ancião?", uma das crianças que atentamente ouvia a história, chamou-o. "E nós?", questionou, ainda não satisfazendo sua avidez por respostas.

─ Como assim? Ora criança, se quer saber como surgirmos? ─ Perguntou, em busca de algum sinal de certeza para prosseguir. ─ Nós somos a semente da nossa própria terra. É a causa de nossa pureza, a causa do quão importante devemos ser fiéis àqueles que nos oferecem. A Natureza e a Luz são exemplos dos que devemos sempre seguir, meu querido. ─ Procurava responder com toda atenção aos fatos que envolviam a regras dos mesmos. ─ É por este mesmo motivo, que lembrar-se sempre de manter sua crença à eles. É uma eterna forma de gratidão pela vida. Haverá sempre a versão que se diferencia e não será a divergência de tais que tornarão erradas quaisquer uma delas. Um homem pode manter sua crença no que quiser, não será este fato que o diminuirá. A verdade está caracterizada na possibilidade real de acreditar em algo. Permitir-se à isso lhe concede mais do que podes imaginar. Aqueles que há muito foram subjugados mesmo que irmãos, renascem das cinzas como uma ave que queima e resiste somente para contradizer a capacidade de haver o único. ─ Sua fala parecia ter sido um texto completamente bem projetado para narrar aos mesmos e manter sua cultura bem enraizada. ─ Ainda que no distante passado, tivéssemos sido fruto de um amor eterno e que nossa existência venha dos primórdios. Os chamados "pagãos", nós, homens e mulheres que desenvolviam uma capacidade de se relacionar demasiadamente bem com o mundo ao seu redor, pessoas que não aceitavam a possibilidade de usar rédeas e serem encaminhadas para um caminho só, revolucionários, amaldiçoados, banidos, bruxas e demoníacos; sempre fomos vistos com maus olhos. A quantidade dos vários dos nomes que nos foram concedidos ao longo da extensa vida de nosso planeta, apenas evidencia uma repressão que és inexistente perante nossa terra. Nós fazemos parte de Badlands, crianças. ─ Dizia o homem dando extensão aos músculos da face e exibindo a arcada dentária levemente amarelada e desgastada devido ao tempo.
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Re: ─ DESCRIÇÃO, pagãos

Mensagem por Malachai em Ter Jan 19, 2016 5:27 pm

os presentes
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Como sabe-se, os pagãos são tem como base uma disponibilidade grandiosa de poderes que envolve basicamente a relação de seus quatro dons. Esses dons chamamos de "presentes". Cada um deles são capaz de utilizar tais de diferentes formas e para diferente propósitos. Uma das formas que mais conhecemos, são por bases de rituais ─ os únicos métodos que podem lhe conceder ainda mais poderes, mesmo que por poucas durações de tempo ─ que lhes permite usar apenas um por vez.

os familiares
Há quem diga entre os pagãos, que a cada um que nasce dentre sua raça, um equivalente morre. Desconte com este fato, a Natureza por sua vez, fora incapaz de deixar com que uma vida fosse retirada em vão. Eis então a origem de uma capacidade de transformação chamada de "familiar"; permitindo com que este nascido modifique sua forma para um animal. O mesmo vale para seu fim. A vida não pode ser deixada. Jamais. Consequentemente, após seu falecer, seu equivalente que há muito havia nos deixado, retorna à nós. Realmente acha que algum animal em especial não agrada de sua presença sem motivo algum?


energia
Basicamente nascidos da mais pura magia, a essência de suas origens permitem que a vida seja restaurada em quaisquer situações. Em compensação, de acordo com a intensidade do uso, as consequências se intensificam. Cada pagão, para dar vida ao que não a possui mais, precisa transferir parte de si ─ uma parcela de sua energia ─ para o corpo em questão.

a comunicação
De modo incrivelmente peculiar, todos os pagãos são conectados à Natureza; portanto, obviamente sua ligação se estende a uma linha que percorre a outro de sua espécie. Este fato os concede um dom dito como telepatia. A possibilidade de uma comunicação não verbal.

premonição
Demasiadamente sensitivos, há quem diga que esta não passa de uma breve intuição. Uma completa mentira. A habilidade se baseia em conseguir sentir de vários modos, diferentes probabilidades de acontecimentos futuros. Se bem interpretados perante aquele que as sente, podem ser usados para diversas causas como evitar qualquer ataque se quer.
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Re: ─ DESCRIÇÃO, pagãos

Mensagem por Malachai em Sab Jan 23, 2016 3:47 am

fatos e características
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Explicação.

veganismo
Sabemos claramente que estes abominam a morte dos seres que os rodeiam. Com os animais não seria diferente. Sua alimentação tem base o uso de leguminosas e vegetais apenas. Substituem estes alimentos por toda e qualquer possibilidade de explorar um animal para conseguir nutrientes.

envelhecimento
Por levarem uma vida completamente saudável, sua aparência remete à juventude de diferente formas. Em resumo, suas vidas são levemente prolongadas, havendo uma expectativa de vida grandiosa comparada às raças que não possuem imortalidade.

a comunicação
De modo incrivelmente peculiar, todos os pagãos são conectados à Natureza; portanto, obviamente sua ligação se estende a uma linha que percorre a outro de sua espécie. Este fato os concede um dom dito como telepatia. A possibilidade de uma comunicação não verbal.

morte
Como fora dito brevemente em um dos dons, a cada um dos pagãos que falece, um animal renasce diretamente ligado ao seu familiar, dando continuidade à uma sua vida em uma nova experiência. Há quem diga que seus pensamentos, memórias e intelecto ainda permanecem nesse. Mesmo que para o morto, sejam incapazes de serem acessadas.
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Re: ─ DESCRIÇÃO, pagãos

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